• Como tudo começou.

    Após três anos de planejamento, chegou a hora de mudar completamente nossas vidas!

  • Nossa lua de mel.

    Uma viagem de lua de mel inesquecível que durou pouco mais de vinte dias.

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Mudando para Aracaju

 Começando uma nova história

E chega a hora da mudança!
Próxima parada: Aracaju!

Começamos mais um diário de bordo, mudando para a linda Aracaju, onde começamos uma nova história e um novo capítulo de Morar na Viagem.

Aqui vamos contar um pouco sobre a cidade, os bairros e nossa jornada até encontrar um novo lar. 
Vamos lá!?

 De Lauro de Freitas para Aracaju

A primeira coisa que fizemos quando decidimos mudar para outro Estado foi procurar uma hospedagem, afinal, não sabíamos como era a cidade e nem se seria tão fácil encontrar um imóvel mobiliado.
Conseguimos um apartamento pelo Airbnb (clique para se cadastrar e ganhar descontos!) no bairro Jabutiana, bem na entrada da cidade. Foi um ótimo custo benefício!
Ficamos em uma apartamento bem arejado, podendo usufruir de toda área de lazer do condomínio. Embora o apartamento seja no térreo (o terror para muitas pessoas, inclusive para nós rsrs), o local é bem tranquilo e silencioso durante a semana.



Resolvida a questão da hospedagem, hora de arrumar as malas!
Começamos a organizar nossa mudança uma semana antes, assim não deixaria nada pra trás (pura ilusão, sempre esquecemos algo rsrs). 
Um dia antes de partir, colocamos tudo no carro, tínhamos que sair cedo e não conhecíamos a estrada.

A distância de Lauro de Freitas para Aracaju é de 290 quilômetros, aproximadamente 4 horas de viagem via BA-099 e SE-100.


Saímos de casa pouco depois das 6 horas da manhã, não queríamos chegar tarde e o carro, além de ser 1.0, estava pesado rsrs.
Com duas paradas no caminho, chegamos em Aracaju pouco antes das 14 horas. 

A cidade de Aracaju

Uma capital com cara de interior e toda a estrutura de cidade grande, a cidade de Aracaju é uma das capitais litorâneas mais bem estruturada. Literalmente, uma cidade muito bem planejada.
Com muitas praias, restaurantes, bares, shoppings e um povo acolhedor (ao menos os que conhecemos rsrs), Aracaju é atraída pelo sossego, principalmente no carnaval.
Opções de lazer não faltam! Há muitas e diferentes praias, lagoas, parques, a famosa Passarela do Caranguejo, bares para todos os públicos, feiras de artesanato, oceanário e uma infinidade de restaurantes!
O Museu da Gente, que conta a história de Sergipe, e as estátuas gigantes são atrações quase que obrigatórias. Ah, e a entrada no museu é gratuita! 
O Mercado Municipal, no Centro da cidade, é parada obrigatória, mesmo para quem está só de passagem. Lá você encontra de tudo! 

Para quem tem o desejo de morar no interior, mas não abre mão da praticidade e conforto de uma cidade grande, Aracaju é o lugar ideal.

Os bairros mais bem localizados para morar são: Atalaia, Coroa do Meio, Jardins, Farolândia, Suíça e Grageru, que são próximos do Centro e das praias.
Obviamente tem muitos bairros mais afastados que também são bons, como Jabutiana, que fica distante das praias, porém mais próximo do centro; ou Aruana, que fica pertinho da praia, mas um pouco mais distante de tudo, sendo considerado um bairro em expansão.
Pra quem procura praticidade e qualidade de vida, os primeiros são os mais indicados ;-)

Procurando casa

Ao invés de sair procurando casa sem nem ao menos saber onde estamos, com as três mudanças anteriores aprendemos que precisamos, antes de qualquer coisa, pesquisar sobre a cidade e seus bairros, embora sabemos que a violência existe no país todo, também sabemos que há bairros "mais seguros" para morar. Morar na Viagem nos ensinou isso rsrs.
E desta vez pesquisamos muito!
Com as redes sociais ficou muito mais fácil conversar com as pessoas distantes, e há sempre alguém disposto a ajudar!
E foi através das informações que os sergipanos nos forneceram que selecionamos os bairros para possível moradia.

Além de pesquisar em imobiliárias on line, pesquisei nos grupos das redes sociais sobre casas e apartamentos mobiliados para locação, afinal, há sempre alguém que conhece alguém que tem um imóvel disponível. Mas, acreditem ou não, em Aracaju há poucos imóveis mobiliados, e esses poucos são locados rapidamente por estudantes que vem do interior para cursar faculdade na capital. Enfim, não tivemos sucesso.
Se desanimamos? Claro que não! 
Partimos com a cara e a coragem, sem medo de ser feliz e confiantes de que o que era nosso estava sendo preparado! Até porquê, foi assim que chegamos na ilha, lembram? rs.

Nossa tática é sair perguntando nos comércios e portarias dos prédios, há sempre um anjo disposto a ajudar! E nesse meio tempo a pesquisa on line continua, vai que aparece?!

Foram três dias andando pela cidade, perguntando aqui e ali, parando nos prédios, falando com moradores, e no último instante encontramos uma casa num condomínio fechado com uma ótima localização e um valor que cabia no bolso. E como encontramos? Em uma pesquisa on line!!! rs

Ufa! Agora podemos relaxar! Bora aproveitar a praia! rsrs

Praia da Cinelândia - Aracaju 

Nas próximas publicações falaremos sobre as lindas praias e tudo que Aracaju tem de bom!


Nos mudamos no dia seguinte, felizes e realizados por estarmos começando uma nova história...


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Nossa primeira visita

Recebendo nossa primeira visita

Após dois meses que estávamos na nova casa (e sete meses longe de São Paulo), recebemos a visita da minha mãe.

Esperávamos ansiosos, eu morrendo de saudades (o Marcos também rs) e ela super feliz em realizar a tão sonhada viagem à  Bahia. Como sou feliz por proporcionar isso a ela!!!


Praça de Mar Grande - Ilha de Vera Cruz - BA
Claro que sempre falamos do paraíso que é a ilha, da tranquilidade que é morar lá, e ela ansiava em conhecer!
Mas no seu segundo dia na ilha presenciou um assalto... E pior, conosco!

Não eram nem 10h da manhã, estávamos indo pela orla quando fomos abordados por dois indivíduos armados. Resumindo, levaram meu celular!


O Marcos foi até o batalhão que fica na rua de trás (sim, fomos assaltados próximo ao batalhão de polícia) e saiu em busca dos meliantes dentro da viatura, porém não os encontraram.
Enfim, vida que segue!!!

Saindo de casa
Minutos antes do assalto
Continuamos nosso passeio, afinal, foi apenas o celular!
Passamos pela praça central e fomos até a praia perto do terminal marítimo (única com quiosques).

Infelizmente o celular do Marcos não estava bom para tirar fotos rsrsrs
Passamos o dia ali mesmo, eu tentando esconder a raiva e o Marcos tentando me tranquilizar.
Aproveitamos para planejar os passeios que faríamos em Salvador, de acordo com o que ela (minha mãe) gostaria de conhecer.

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Diário de Bordo - Nova casa

Em busca de uma nova casa

Entre um passeio e outro, aproveitávamos para procurar uma nova casa. Afinal, nosso contrato era de apenas três meses e não tínhamos interesse em permanecer ali.


Claro que não seria fácil! Encontramos na última semana de vigência do contrato (risos)!

Um novo lar

A nova casa era um pouco mais distante do terminal (seis quadras), porém mais perto da praia (pé na areia mesmo rs).

Foto tirada da porta de casa
Assim como todas as casas mobiliadas que vimos na ilha, essa também tinha o básico: cama, fogão, geladeira, mesa (daquelas de plástico, de praia mesmo) com cadeiras, um guarda-roupas de solteiro e obviamente não havia chuveiro elétrico (estava quase me acostumando com a ideia do banho frio rsrsrs).

Essa casa ficava perto da Praia dos Padres, lugar pouco movimentado, onde a maioria das casas são de veraneio, mas o importante era a paz e a privacidade (embora era um prédio de três andares com mais cinco casas, ninguém precisava passar pela nossa porta e muito menos ficar debaixo da janela). Fizemos um contrato de um ano (realmente tínhamos esperanças de que ali seria a melhor opção).


Apreciar a lua também é um dos nossos passatempos...
Sentíamos uma certa segurança para ficar na praia à noite. Haviam dois seguranças que ficavam na esquina de casa, que trabalhavam para o proprietário da casa onde morávamos.

A parte boa de morarmos ali? Não precisava de carro para absolutamente nada!


A parte ruim? Como viram na foto, as ruas são de terra, o que nos faz querer comprar uma galocha para os dias de chuva rs.


Mas morar na viagem é isso, é se aventurar, é se abrir para o novo e viver as experiências que a vida nos proporciona!

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Diário de Bordo - Uma nova rotina

A vida voltando ao normal

Voltamos para a ilha e iniciamos uma nova vida.
Hora de voltar à realidade!

Como a travessia diária com o carro é muito cara, deixamos o carro em Salvador, em um estacionamento próximo ao terminal marítimo.

O Marcos já trabalhava como motorista de aplicativos em São Paulo, então foi só fazer a transferência de cidade e aguardar o prazo de quinze dias para começar a trabalhar.

Enquanto aguardávamos o prazo, aproveitávamos os dias ensolarados para cuidar de alguns assuntos importantes na ilha, como procurar o posto de saúde, afinal mulher precisa se cuidar, não é?



E fica aí uma dica: independente de ser homem ou mulher, ter convênio ou não, procure um posto de saúde e faça o seu cartão do SUS, caso você precise de um atendimento de emergência, terá como provar que mora no local e não haverá tanta burocracia.

E entre um detalhe e outro, aproveitávamos um pouco mais as maravilhas que morar na viagem pode nos proporcionar!



Inclusive a academia à beira mar que o prefeito implantou...

Academia de Mar Grande

Imaginou fazer exercícios vendo o mar?
E se refrescar depois de uma hora se exercitando? Tudo de bom!!!!

Voltando ao trabalho

E quando houve a liberação dos aplicativos, a vida "voltou ao normal".
Marcos saía cedo, fazia a travessia de lancha (50 minutos), pegava o carro no estacionamento e começava a trabalhar.


Retornava por volta das oito da noite, mas muitas vezes era obrigado a correr contra o tempo e retornar antes do sol se pôr, por conta da maré. 
As lanchas funcionam de acordo com a maré, se estiver baixa, param antes do horário habitual. Muitas vezes param durante o dia. E se estiver um dia chuvoso e com ventos fortes, também não trabalham.

Pôr do sol em alto mar
E assim criou-se uma rotina...
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Diário de Bordo - São João em Ibirataia

São João em Ibirataia

No Diário de Bordo de hoje: Morar na Viagem nos proporcionou a primeira festa de São João no Nordeste

Quem conhece a Bahia sabe que o melhor São João acontece nas cidades do interior. Então não seria diferente, fomos para Ibirataia! Afinal, morar na viagem tem suas vantagens!

Para fugir do trânsito viajamos dia 20/06. A maioria dos moradores da ilha viajam nessa época e quem sai de Salvador para curtir o interior também passa pela ilha para diminuir o percurso até as cidades do sul da Bahia.


Ibirataia é um município localizado no sul da Bahia, com pouco mais de 20 mil habitantes. Uma cidade pequena e tranquila.

No município vizinho, chamado Algodão, a mãe do Marcos nasceu e foi criada, então encontramos muitos parentes e amigos (dela rsrs), pessoas maravilhosas, hospitaleiras, nos receberam de braços abertos. Foi maravilhoso conhecer as origens e o local onde ela passou sua infância (para ele foi emocionante)!

Foram quatro horas de viagem, 248 km que valeram a pena!

Gente, que festa linda! (pena que as fotos não ficaram boas)


 A princípio, pensamos que a cidade estava enfeitada por conta da Copa do Mundo (pelo menos em São Paulo era assim rs), mas não, todo ano eles enfeitam com essa alegria!
Imagina dois paulistanos vendo isso tudo?


Última vez que vimos ruas enfeitadas em São Paulo foi na Copa de 1994, fazem ideia? (rsrsrs)

Foram dias maravilhosos!!!!


Voltamos pra casa dia 27/06, dia de jogo do Brasil, torcendo para conseguir assistir ao segundo tempo!


Como assistimos aos jogos? Na TV do celular, porque compramos uma pela internet e ainda não tínhamos recebido (rsrs).


Localização.

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Diário de Bordo - Procurando casa em Mar Grande

Diário de Bordo

Entre um passeio e outro, uma dica e outra, uma viagem e outra, compartilharemos com vocês como está sendo nossa vida, nossas aventuras e desventuras, nossas experiências domésticas, as dificuldades que encontramos no meio do caminho, o Diário de Bordo de Morar na Viagem. 

Procurando casa em Mar Grande

Enfim chegamos ao nosso destino!
Primeira morada, sem moradia (risos)!

De início o plano era ficar em uma pousada até acharmos uma casa para alugar, porém, com o valor de uma semana de hospedagem pagaríamos o aluguel de um mês. Então... Vamos em busca da casa!!!


Logo que chegamos encontramos um senhor que tem um kitnet no centro, mas com um preço bem salgado para o tamanho do imóvel.

Passamos o dia procurando, perguntando nos comércios e para os moradores, visitando todas as casas que apareciam, e nada!

Após horas andando de um lado para o outro, de casa em casa, encontramos uma no mesmo valor do kitnet, porém era uma casa com mais espaço (não precisamos de muito espaço, mas por quê ficar com pouco espaço se podemos ter mais pelo mesmo valor?), não muito longe do centro, no bairro Jaburu.


Lar doce lar

Fechamos negócio por volta das 18h. Era tipo apartamento, com outras casas no mesmo andar (a maioria das construções na ilha são assim).

Por prevenção fizemos um contrato de três meses, afinal, não tínhamos certeza de que ali seria a melhor opção... E estávamos certos!

Era uma casa de dois quartos, porém um era inabitável! Com uma beliche (sem colchões) e uma cômoda que eram puro mofo. E no outro havia uma cama de casal (que quebrou ao colocarmos a mala em cima rsrs) e um guarda-roupas de solteiro (já dá pra imaginar que não deu pra desfazer as malas, né!).

A sala e a cozinha eram minúsculas, um corredor!
Na cozinha havia um armário de parede de três portas, um fogão de quatro bocas (apenas uma funcionava) e uma geladeira que precisava de gás (dá pra imaginar a situação?). Na sala tinha uma bicama que usamos como sofá, uma mesa pequena e um raque. 

Gente, não procuramos (e nem precisamos de) luxo, mas imagina você acordar com uma piscina na cozinha por causa da geladeira!?

Enfim, não tinha jeito, eram três meses de paciência!
Ah, colocamos tijolos debaixo da cama para conseguirmos dormir. A dona não se importou em arrumar!

A casa estava suja, cheia de aranhas e outros insetos, impossível conseguir dormir.
Hora de limpar a casa!
Mas não tínhamos nem uma vassoura (rs), então fomos ao único mercado aberto, a 20 km dali, em Bom Despacho.

Compramos tudo que precisávamos para a limpeza e retornamos. Só queríamos poder descansar um pouco.

As dificuldades 

Quando estávamos chegando no bairro a surpresa: Não tinha luz em lugar nenhum!!!!
Por sorte a vizinha nos deu uma vela (ufa!).

Tiramos algumas coisas do carro e fomos limpar o quarto (pelo menos o quarto tinha que estar limpo).


O serviço pesado ficou pra ele rs

Após algumas horas a luz voltou (graças a Deus), mas já era tarde, estávamos exaustos, não dava pra limpar os outros cômodos.
E finalmente chegou a hora do descanso. Era só tomar banho e relaxar, porém, havia mais um detalhe: o chuveiro não era elétrico, ou seja, não tinha água quente! 
Genteeee, nunca tinha tomado banho gelado na vida!!!

O jeito foi encarar o banho frio, afinal, estávamos exaustos. 

No outro dia? Acordamos no paraíso, felizes, realizados, gratos por tudo que nos foi permitido até ali!



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